A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

domingo, 17 de julho de 2011

Lumiére – “Larry Crowne”

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)     
    
Depois de ter cumprido 20 anos na marinha norte-americana, como cozinheiro, um empregado responsável que chefia uma equipa de vendas num Hipermercado, é despedido  Com muito pouco dinheiro e com a hipoteca da casa para pagar e porque o seu despedimento teve a ver com falta de formação académica, decide ir estudar para a Universidade. Lá encontra uma comunidade de jovens que se diverte ajudando os outros e passeando de “scotters”. Na cadeira de “Oratória” (como discursar e falar aos outros), conhece alguém interessante, a professora Mercedes Tainot.            
                    
Realização – Tom Hanks
Argumento - Tom Hanks e Nia Vardalos
Produção - Gary Goetzman e  Tom Hanks
Orçamento - 30 milhões de US Dólares;
Estúdio – Vendome Pictures Playtone;
Distribuidora – Universal Pictures;
Estreia – 1 de Julho de 2011 nos Estados Unidos.          
                     
Tom Hanks - Larry Crowne
Julia Roberts - Mercedes Tainot
Cedric the Entertainer - Lamar
Taraji P. Henson - B'Ella
Gugu Mbatha-Raw - Talia
Wilmer Valderrama - Dell Gordo
Bryan Cranston - Dean Tainot
Pam Grier - Frances
Rami Malek - Steve Dibiasi
Maria Canals Barrera - Lala Pinedo
Rita Wilson - Wilma Q. Gammelgaard
George Takei - Dr. Matsutani
Sy Richardson - Avery
Dale Dye - Cox            
                    
De Tom Hanks, salientamos o seu enorme percurso, como excelente actor de cinema, em cerca de 44 filmes. Realizou além de “Larry Crowne”, “That Thing we do!” em 1996.
Em filmagens encontra-se “Extremely Loud and Incredibly Close”, somente como actor, onde desempenhará o papel do pai de Oscar, neste filme dirigido por Stephen Daldry.            
                    
               
                     
                    
                        
              
                       
Opinião             
                      
Um filme agradável sem violência gratuita, nem efeitos de computador, como 90% dos que hoje são exibidos, pelo negativo monopólio da “Lusomundo”. Infelizmente e no geral só nos mostram o cinema que querem, e muitas vezes com pouquíssima qualidade e diversidade.
Continuo a não perceber se a cadeia “Lusomundo” tem algum pacto secreto com os otorrinolaringologistas, devido ao som que se encontra sempre caoticamente alto. Para quê pergunto ? EU NÃO SOU SURDO !

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