A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Gira-Discos (I)

Sob o ponto de vista comercial, muitas destas bandas que irão começar hoje a passar por aqui, cumpriram o seu papel, tendo vendido milhares de discos, “singles”, “EP’s” e alguns deles, alguns LP’s. Mas o seu principal papel foi transformar o panorama musical dos anos 60 e dar outras formas e géneros musicais às gerações juvenis e juniores, e ao Mundo.
Muito embora, os problemas da altura, como o nascimento da sociedade de consumo, as guerras (Vietnam, ex-colónias portuguesas, etc.), foram tempos saudosos nos quais, todos seres humanos, de alguma maneira ou de outra, ainda estavam unidos por um sentimento de fraternidade.
“A Humanidade pode destruir-se, mas o Planeta Terra ficará por cá, com ou sem seres humanos”, e a vida não pára e muitos de nós que vivemos essa geração, nunca iremos esquecer. Fica aqui para recordar.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

The Move (1966-1972) - Uma banda de rock dos anos 60 formada em Birmingham, Inglaterra, por Roy Wood (guitarra, vocal), Bev Bevan (bateria), Chris "Ace" Kefford (baixo), Carl Wayne (vocal) e Trevor Burton (guitarra). O grupo originou-se de vários bandas de Birmingham, como a “Carl Wayne and the Vikings”, “Nightrider” e “Mayfair Set”.

Curly”, de 1969. Composta por Roy Wood e talvez a composição mais conhecida do grupo. Nº. 12 no Reino Unido.


Letra:

Mister Mackan was a practical man
Curly was his only son
And he loved him like no other can
Bi-dum, bi-dum, bi-dum
He discovered the world in a wonderful girl
Though he played with more than one
But he loved her like no other can
Bi-dum, bi-dum, bi-dum
Oh, Curly, has she let you down and run?
Oh, Curly, where's your girly? Where's she gone?
Ran all over the town till he covered the ground
Every inch of Liverpool, in a way I feel so bad
That she let he be made a fool
But remember she's right, as we freeze in the night
When the dawn took years to come
Does he love her like no other can?
Bi-dum, bi-dum, bi-dum
Oh, Curly, has she let you down and run?
Oh, Curly, where's your girly? Where's she gone?
Now curse the day, yes, it really shook you good
Just broke away, no, you didn't feel she would
You didn't feel she would
La-da-da, na-na-na-na
Desolation tones play on
Though it breaks you, Curly
Can't you see what she has gone and done?
He discovered the world, such a wonderful girl
So he played with more than one
But he loved her like no other can
Bi-dum, bi-dum, bi-dum
Oh, Curly, where's she gone?
You didn't feel she would, feel she would
La-da-da, na-na-na, na-na-na, na-na-na

Tonight”, de 1969, composta por Roy Wood. Aqui no canal de televisão alemão “3sat”, em 1971.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.