A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Nada substitui o papel (*) (II)

Umas poucas palavras, sem querer contestar sequer o futuro do papel e opiniões aqui já expressas sobre ele.
Apesar das novidades em louça de casa de banho e das novas sanitas com lavagem acoplada, penso que nunca iremos “limpar o cú” a um “site” ou “link” da Internet. Graças a Deus há o “papel higiénico” ou a pedra !

A importância de uma invenção com quase 2.000 anos é aqui em dois pequenos “clips” do Youtube que me foram cedidos pelo meu amigo desde o tempo do liceu, Luís Gaspar, e que foi um dos intervenientes neles, exibida como um importante e expressivo meio terráqueo de comunicarmos.





Obrigado e um grande Abraço Luís Manuel, pela tua (vossa) intervenção no programa do Manuel Luís Goucha, na TVI. Foi extremamente importante, para quem ainda acredita em formas dignas e cultas de comunicarmos uns com os outros.

(*) O papel pensa-se que terá sido inventado na China, durante a dinastia Han, entre 206 AC e 221 DC. Terá seguramente mais de 1.700 anos de história.

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.